Danielle Jar Souto, secretária de Desenvolvimento Econômico, trata o Caged de julho como mais um elo de uma sequência: Pernambuco fechou o sétimo mês de 2026 no azul e já acumula 23.273 postos formais no ano — a terceira maior geração do Nordeste, atrás da Bahia (60.697) e do Ceará (28.526). Primeira mulher a ocupar a Sdec, ela coloca o saldo estadual no centro da leitura econômica do governo.

Os números saíram na sexta-feira (28) no Novo Caged do Ministério do Trabalho e Emprego. No recorte mensal, o estado registrou 1.883 vagas líquidas. A indústria liderou com 916 vínculos; vieram na sequência agropecuária (641), serviços (418) e construção (265). O comércio foi o único grande setor no vermelho, com 357 postos a menos, conforme dados do Novo Caged reunidos pelo Jamildo.com.

No mapa municipal de julho, Petrolina ficou à frente com 863 vagas, seguida de Recife (482), Igarassu (268), Caruaru (265) e Paulista (177). A capital responde por 12.927 das vagas criadas no estado em 2026 — mais da metade do acumulado.

“Pernambuco mantém uma trajetória positiva na geração de empregos formais, com mais de 23 mil novos postos de trabalho criados somente neste ano. O resultado reforça a força da economia e a capacidade do Estado de atrair investimentos, movimentar diferentes setores e gerar oportunidades para os pernambucanos”, afirmou Danielle.

Desde janeiro de 2023, o acumulado estadual chega a 207.867 postos formais. O recorte de julho, com a indústria na ponta, não apaga outro dado do consolidado do ano: no estado, indústria e agropecuária ainda somam mais desligamentos do que admissões — enquanto, na capital, serviços (10.216) e construção (3.943) sustentam o saldo positivo no ano.