O secretário de Turismo e Lazer, Roberto Asfora Filho, colocou o Aeroporto Internacional do Recife no centro da estratégia estadual: hub aéreo do Nordeste, porta de entrada do País e alavanca para tirar o visitante da orla e levá-lo ao Agreste, ao Sertão e ao Vale do São Francisco.
Na leitura de Asfora, a malha que chega ao Recife só rende se o Estado negociar frequência, retomar rota internacional e encurtar a sazonalidade. O diálogo, disse, é permanente com o governo federal, a Aena, a Empetur, a Embratur, as companhias e o trade. “Nosso objetivo é tornar Pernambuco cada vez mais conectado, reduzindo sazonalidades e fortalecendo o Estado como principal porta de entrada do Nordeste”, declarou em entrevista ao Mercado & Eventos.
Do hub para o interior
O secretário lista Caruaru, Garanhuns, Triunfo, Serra Negra, o Vale do São Francisco e municípios do Sertão como destinos que já respondem a qualificação, promoção e roteiro novo. Eventos — Carnaval, São João, Festival de Inverno, Fenearte e Pernambuco Meu País — entram na conta como motor de hotelaria e de emprego temporário, não só como festa.
Asfora quer quem desembarca no Recife ou em Porto de Galinhas descobrir também gastronomia, patrimônio e natureza no interior, para o gasto se espalhar pelos municípios. A promoção internacional segue concentrada na América do Sul, na Europa e na América do Norte. O Bastidor registra o recado do titular da Setur; números de desembarque e de ocupação, quando o governo e a Aena atualizarem, entram em nota seguinte.




